quinta-feira, 18 de outubro de 2012

AntigosModernos&Renovados: SOU UMA PESSOA QUE GOSTA MUITO DE REGADORES E ESSE...



  Do Bolg de um apessoa de muito bom gosto.

AntigosModernos&Renovados: SOU UMA PESSOA QUE GOSTA MUITO DE REGADORES E ESSE...: Valorize O dono de um pequeno comércio, amigo do grande poeta Olavo Bilac, abordou-o na rua: - Sr. Bilac, estou precisando vender o meu sí...
Sou vulnerável às menores bobagens, às mínimas palavras ditas, a olhares até, e sobretudo, a imaginações.
Clarice Lispector 

sábado, 13 de outubro de 2012

Fritadeira AirFryer Philips Walita - Polishop (Grátis: Perfect Dicer)


  Annie Edson Taylor, 1901

A primeira pessoa a descer as Cataratas do Niágara num barril foi Annie Edson Taylor. Ela era uma viúva, professora aposentada de 63 anos, de Bay City, Michigan, que dizia ter apenas 43 anos. O ano era 1901 e ela pensou que descer as Cataratas do Niágara seria a forma de ganhar fama e dinheiro. Ela projetou um barril impermeável (na verdade um barril de salmora modificado) e contratou um agente para tornar o evento público. No dia do seu aniversário, 24 de outubro, ela entrou no barril com seu gato e desceu as Cataratas com vários repórteres e turistas assistindo a tudo. Ela comprimiu o ar no barril para 30 psi com uma bomba de bicicleta, amarrou-se entre travesseiros e usou uma bigorna para se equilibrar. Annie sobreviveu ao mergulho. Ela foi retirada de seu barril 17 minutos após ter descido as Cataratas. Tirando o estado de choque e um corte na cabeça, ela estava bem, mas sua fama durou pouco. Ela ganhou dinheiro posando para fotos com seu barril e os esforços de seu agente para convencê-la a aparecer em eventos que ela não achava adequados sempre foram em vão. A idéia dela era viajar pelo país falando sobre sua corajosa aventura, mas isto nunca aconteceu. Conhecida como "A Heroína das Cataratas do Niágara", ela morreu 20 anos depois, sem dinheiro, na Enfermaria Municipal do Condado de Niágara em, Lockport, NY.
Clique aqui (em inglês) para mais informações sobre Annie Edson Taylor

segunda-feira, 23 de abril de 2012


Todas as Mulheres Deveriam
Ter. . .
. . . um velho amor que ela pudesse recordar
. . . e alguém que se lembrasse dela como
uma pessoa especial. . .
. . . dinheiro próprio para poder ter um lugar só dela. . .
. . . mesmo se ela nunca quiser ou precisar
ir até lá. . .
. . . uma roupa perfeita para usar se o chefe
ou o namorado pedir que ela esteja pronta
em uma hora. . .
. . . uma juventude que ela tenha deixado
para trás com satisfação. . .
. . . um passado interessante que a permita
revivê-lo quando for mais velha. . .
. . . a percepção de que ela realmente terá
uma velhice com algum dinheiro guardado. . .
. . . um jogo de chaves de fenda, uma furadeira sem fio e um sutiã preto de renda. . .
. . . uma amiga que sempre a faça sorrir. . . e
outra que a permita chorar. . .
. . . um lindo móvel que não tenha sido herdado de ninguém da família. . .
. . . oito pratos iguais, copos altos de vinho
e uma receita que faça com que seus convidados sintam-se honrados. . .
. . . um recomeço que não seja desrespeitado. . .
. . . uma sensação de controle sobre seu
destino. . .
. . . cuidado com a pele e com o corpo para
contrabalançar outros poucos aspectos da
vida que não melhoram após os 30. . .
. . . uma carreira sólida, um bom relacionamento e tantos outros aspectos que melhoram após os 30. . .
Todas as Mulheres Deveriam Saber. . .
. . . como se apaixonar sem se perder. . .
. . . como ela se sente com filhos. . .
. . . como sair de um emprego, terminar um
romance e discutir com uma amiga, sem
destruir o relacionamento. . .
. . . quando insistir. . . e quando desistir. . .
. . . como divertir-se numa festa onde não
queria estar. . . ..
. . . como pedir o que quer de maneira que
sinta que irá conseguir. . .
. . . que ela não pode mudar o comprimento
de suas panturrilhas, a largura de seus quadris e nem o temperamento de seus pais. . .
. . . que sua infância pode não ter sido perfeita. . . mas já passou. . .
. . . o que ela faria ou não por um amor. . .
. . . como viver sozinha. . . mesmo que nã goste. . .
. . . em quem pode confiar, em quem não
confiar e por que ela não poderia resolver tudo
pessoalmente. . .
. . . onde ir. . . ou  ficar com sua melhor amiga
na mesa da cozinha. . . ou em uma pousada na floresta. . . quando sua alma precisa
se acalmar. . .
. . . o que ela pode ou não pode realizar em
um dia. . . um mês. . . e um ano. . .

Amor
O escritor americano Walter Trobisch, em
seu livro AMOR SENTIMENTO A SER
APRENDIDO, narra uma lenda contada
na Índia sobre a criação da mulher.
Diz a lenda que o Senhor, após criar
o homem e não tendo nada sólido para
construir a MULHER, tomou um punhado
de ingredientes delicados e contraditórios,
tais como timidez e ousadia, ciúme e ternura, paixão e ódio, paciência e ansiedade,
alegria e tristeza e assim fez a mulher e a
entregou ao homem como sua companheira.
Após uma semana, o homem voltou e disse: — Senhor, a criatura que você me deu
faz a minha vida infeliz . Ela fala sem cessar e me atormenta de tal maneira que nem
tenho tempo para descansar. Ela insiste
em que lhe dê atenção o dia inteiro. . . e
assim as minhas horas são desperdiçadas.
Ela chora por qualquer motivo e fica facilmente emburrada e, às vezes, muito tempo
ociosa. Vim devolvê-la por que não posso
viver com ela.
Depois de uma semana o homem voltou
ao criador e disse: — Senhor, minha vida
é tão vazia desde que eu trouxe aquela criatura de volta! Eu sempre penso nela: em
como ela dançava e cantava, como era graciosa, como me olhava, como conversava
comigo e como se achegava a mim. Ela
era agradável de se ver e de se acariciar.,
Eu gostava de ouvi-la rir. Por favor, me dê
de volta.

- Está bem, disse o Criador. E a devolveu.
Mas, três dias depois, o homem voltou e
disse: — Senhor, eu não sei. Eu não consigo explicar, mas depois de toda esta minha experiência com esta criatura, cheguei
à conclusão que ela me causa mais problema do que prazer.
Peço-lhe, tomá-la de novo! Não consigo
viver com ela!
O Criador respondeu: — Mas também não
pode viver sem ela. E virou as costas para
o homem e continuou seu trabalho.
O homem desesperado disse: — Como é
que eu vou fazer ? Não consigo viver com
ela e não consigo viver sem ela.
E arremata o Criador: — Achei que, com
as tentativas, você já tivesse descoberto:
AMOR é um sentimento a ser aprendido:
É tensão e satisfação.É desejo e hostilidade. É alegria e dor. Um não existe sem
o outro. A felicidade é apenas uma parte
integrante do amor. Isto é o que deve ser
aprendido. O sofrimento também pertence
ao amor. Este o grande mistério do amor.
A sua própria beleza e o seu próprio fardo. Em todo o esforço que se realiza para
o aprendizado do amor é preciso considerar sempre a doação e o sacrifício ao lado
da satisfação e da alegria. A pessoa terá
sempre que abdicar de alguma coisa para
possuir ou ganhar uma outra coisa. Terá
que desembolsar algo para obter um bem
maior e melhor para sua felicidade. É como plantar uma árvore frente a uma janela. Ganha sombra, mas perde uma parte da
paisagem. Troca o silêncio pelo gorgeio
da passarada ao amanhecer.
É preciso considerar tudo isto quando nos
dispomos a enfrentar o aprendizado doAMOR.


O Bem Mais Precioso
Conta o folclore europeu que há muitos
anos atrás um rapaz e uma moça apaixonados resolveram se casar.
Dinheiro eles quase não tinham, mas nenhum deles ligava para isso.
A confiança mútua era a esperança de um
belo futuro, desde que tivessem um ao outro.
Assim, marcaram a data para se unir em
corpo e alma.
Antes do casamento, porém, a moça fez
um pedido ao noivo:
— Não posso nem imaginar que um dia
possamos nos separar. Mas pode ser que
com o tempo um se canse do outro, ou que
você se aborreça e me mande de volta para
meus pais.
— Quero que você me prometa que, se algum dia isso acontecer, me deixará levar
comigo o bem mais precioso que eu tiver
então.
O noivo riu, achando bobagem o que ela
dizia, mas a moça não ficou satisfeita en-38
quanto ele não fez a promessa por escrito
e assinou.
Casaram-se.
Decididos a melhorar de vida ambos trabalharam muito e foram recompensados.
Cada novo sucesso os fazia mais determinados a sair da pobreza, e trabalhavam ainda mais.
E tempo passou e o casal prosperou. Conquistaram uma situação estável e cada vez
mais confortável, e finalmente ficaram ricos.
Mudaram-se para uma ampla casa, fizeram
novos amigos e se cercaram dos prazeres
da riqueza.
Mas, dedicados em tempo integral aos negócios e aos compromissos sociais, pensavam mais nas coisas do que um no outro.
Discutiam sobre o que comprar, quanto
gastar, como aumentar o patrimônio, mas
estavam cada vez mais distanciados entre
si.
Certo dia, enquanto preparavam uma festa
para amigos importantes, discutiram sobre
uma bobagem qualquer e começaram a levantar a voz, a gritar, e chegaram às inevitáveis acusações.
— Você não liga para mim! — gritou o
marido — só pensa em você, em roupas e
jóias.
— Pegue o que achar mais precioso, como
prometi, e volte para a casa dos seus pais.
Não há motivo para continuarmos juntos.
A mulher empalideceu e encarou-o com
um olhar magoado, como se acabasse de
descobrir uma coisa nunca suspeitada.

— Muito bem, disse ela baixinho. Quero
mesmo ir embora. Mas vamos ficar juntos esta noite para receber os amigos que
já foram convidados. Ele concordou.
A noite chegou. Começou a festa, com todo o luxo e a fartura que a riqueza permitia.
Alta madrugada o marido adormeceu,
exausto. Ela então fez com que o levassem com cuidado para a casa dos pais dela
e o pusessem na cama.
Quando ele acordou, na manhã seguinte, não entendeu o que tinha acontecido.
Não sabia onde estava e, quando sentouse na cama para olhar em volta, a mulher
aproximou-se e disse-lhe com carinho:
— Querido marido, você prometeu que se
algum dia me mandasse embora eu poderia levar comigo o bem mais precioso que
tivesse no momento.
— Pois bem, você é e sempre será o meu
bem mais precioso. Quero você mais que
tudo na vida, e nem a morte poderá nos separar.
Envolveram-se num abraço de ternura e
voltaram para casa mais apaixonados do
que nunca.



E Deus Disse “Não”
Eu pedi a Deus para remover meu orgulho,
e Deus disse “não”.
Ele disse que não era tarefa d‘Ele,
mas que era para eu abrir mão;
Eu pedi a Deus para tornar meu irmão
paraplégico em criança normal,
e Deus disse “não”,
Ele disse que o Espírito é imortal
e o corpo é temporário.
Eu pedi a Deus para me dar paciência,
e Deus disse “não”.
Ele disse que a paciência
é subproduto da tribulação.
Ela não é dada, ela é conquistada.
Eu pedi a Deus para me dar felicidade,
e Deus disse “não”.
Ele disse que me dá bênçãos.
Felicidade depende de mim.
Eu pedi a Deus para dividir minha dor com
Ele
e Deus disse “não”.
Ele disse que o sofrimento nos afasta
das coisas mundanas e
nos deixa mais perto d‘Ele.
Eu pedi a Deus para fazer
o meu Espírito crescer
e Deus disse “não”.
Ele disse que devo crescer por meus esfor-
ços,mas Ele aparará minhas arestas
para que eu frutifique.
Eu perguntei a Deus se Ele me amava,
Ele me disse “sim”, agora e sempre.
Eu pedi a Deus para me ajudar a amar
os outros tanto quanto Ele me ama.
E Deus disse:
Ah, finalmente você entendeu!

A Morte da Vaquinha
Um filósofo passeava por uma floresta com um discípulo, conversando sobre
a importância dos encontros inesperados.
Segundo o mestre, tudo que está diante de
nós, nos dá uma chance de aprender ou ensinar.
Neste momento, cruzavam a porteira de
um sítio que, embora muito bem localizado, tinha uma aparência miserável. Veja
este lugar, comentou o discípulo. O senhor
tem razão: acabo de aprender que muita
gente está no paraíso, mas não se dá conta
e continua a viver em condições miserá-
veis. Eu disse aprender e ensinar, retrucou
o mestre. Constatar o que acontece não
basta: é preciso verificar as causas, pois
só entendemos o mundo quando entendemos as causas. Bateram à porta e foram recebidos pelos moradores: um casal e três
filhos, com roupas rasgadas e sujas.
O senhor está no meio desta floresta, e não
há qualquer comércio nas redondezas, disse o mestre para o pai de família. Como sobrevivem aqui?
E o senhor, calmamente, respondeu: Meu
amigo, nós temos uma vaquinha, que nos
dá vários litros de leite todos os dias. Uma
parte deste produto nós vendemos ou trocamos na cidade vizinha por outros gê-
neros de alimentos; com a outra parte,
nós produzimos queijo, coalhada, manteiga para o nosso consumo. E, assim, vamos
sobrevivendo.
O filósofo agradeceu a informação, contemplou o lugar por uns momentos e foi
embora. No meio do caminho, disse ao
discípulo: Procure a vaquinha, leve-a ao
precipício ali em frente e jogue-a lá embaixo.
E o discípulo retrucou: Mas ela é a única
forma de sustento daquela família!
O filósofo permaneceu mudo. Sem ter outra alternativa, o rapaz fez o que era pedido, e a vaca morreu na queda. A cena
ficou marcada na sua memória. Depois de
muitos anos, quando já era um empresário
bem sucedido, resolveu voltar ao mesmo
lugar, contar tudo à família, pedir perdão e
ajudá-los financeiramente.
Qual foi sua surpresa ao ver o local transformado num belo sítio, com árvores floridas, carros na garagem e algumas crianças brincando no jardim. Ficou desesperado, imaginando que a família humilde tivera que vender o sítio para sobreviver. . . apertou o passo, e foi recebido por
um caseiro muito simpático.
Para onde foi a família que vivia aqui há
dez anos?, perguntou. Continuam donos
do sítio, foi a resposta. Espantado, ele entrou correndo na casa, e o senhor o reconheceu. Perguntou como estava o filósofo,


mas o rapaz estava ansioso demais para saber como conseguira melhorar o sítio e fi-
car tão bem da vida.
Bem, nós tínhamos uma vaca, mas ela caiu
no precipício e morreu, disse o senhor. Então, para sustentar minha família, tive de
plantar, com os últimos trocados, ervas e
legumes. As plantas demoravam a crescer, e comecei a cortar madeira para venda.
Ao fazer isto, tive de replantar as árvores e
precisei comprar mudas. Ao comprar mudas, lembrei-me da roupa de meus filhos e
pensei que podia talvez cultivar algodão.
Passei um período difícil, mas quando a
colheita chegou, eu já estava exportando
legumes, algodão, ervas aromáticas. Nunca havia me dado conta de todo o meu potencial aqui: ainda bem que aquela vaquinha morreu!


Viva a Vida !!
Nós nos convencemos de que a vida ficará
melhor algum dia, quando nos casarmos,
quando tivermos um filho e, depois, outro.
Então, ficamos frustrados, porque nossos
filhos não tem idade suficiente e seria muito melhor se tivessem.
Depois, nos frustramos porque temos fi-
lhos adolescentes e temos de lidar com
eles. Certamente seremos mais felizes
quando nossos filhos tiverem ultrapassado
essa fase. Dizemos que nossa vida só será
completa quando nosso cônjuge conseguir
o que busca, quando tivermos comprado
um carro melhor, ou tivermos condições
de fazer uma viagem longa, quando estivermos aposentados.
A verdade é que não há melhor época para
ser feliz do que agora mesmo!
Se não, quando? Sua vida será sempre
cheia de desafios. Melhor admitir isto para
você mesmo e decidir ser feliz de qualquer
modo.
Uma das minhas frases favoritas é de Alfred D. Souza, quando diz: ’Por muito
tempo eu pensei que a minha vida fosse
se tornar uma vida de verdade.Mas sempre havia um obstáculo no caminho, algo a ser ultrapassado antes de começar a viver — um trabalho não terminado, uma conta a ser paga. Ai sim, a vida
de verdade começaria. Por fim, cheguei a
conclusão de que esses obstáculos eram a
minha vida de verdade’.
Essa perspectiva tem me ajudado a ver que
não existe um caminho para a felicidade.
A felicidade é o caminho! Assim, aproveite todos os momentos que você tem. E
aproveite-os mais se você tem alguém especial para compartilhar, especial o suficiente para passar seu tempo. . . e lembre-se
que o tempo não espera ninguém.
Portanto, pare de esperar até que você termine a faculdade; até que você volte para a
faculdade; até que você perca 5 quilos; até
que você ganhe 5 quilos; até que você tenha tido filhos; até que seus filhos tenham
saído de casa; até que você se case; até que
você se divorcie; até sexta a noite; até segunda de manhã; até que você tenha comprado um carro ou uma casa novos; até que
seu carro ou sua casa tenham sido pagos;
até o próximo verão, primavera, outono,
inverno; até que você esteja aposentado;
até que a sua musica toque; até que você tenha terminado seu drink; até que você
esteja sóbrio de novo; até que você morra,
e decida que não há hora melhor para ser
feliz do que AGORA MESMO. . .
Felicidade é uma viagem, não um destino.
Por isso. . .
Trabalhe como se você não precisasse de
dinheiro.
Ame como se você nunca tivesse se machucado.
Auxilie como se fosse rotina.

Não coma e beba como se fosse a última
vez.
Brinque como se fosse criança.
Perdoe como gostaria que fosse perdoado.
E dance como se ninguém estivesse olhando!


A Crise
Um homem vivia à beira de uma estrada e
vendia cachorro quente. Ele não tinha rá-
dio, televisão e nem lia jornais, mas produzia e vendia bons cachorros quentes. Ele
se preocupava com a divulgação do seu
negócio e colocava cartazes pela estrada,
oferecia o seu produto em voz alta e o povo comprava. As vendas foram aumentando e, cada vez mais ele comprava o melhor pão e a melhor salsicha. Foi necessá-
rio também adquirir um fogão maior para
atender grande quantidade de fregueses e o
negócio prosperava. . . Seu cachorro quente era o melhor de toda região! Vencedor,
ele conseguiu pagar uma boa escola ao fi-
lho. O menino cresceu e foi estudar Economia numa das melhores faculdades do
país. Finalmente, o filho já formado, voltou para casa, notou que o pai continuava
com a vidinha de sempre e teve uma séria
conversa com ele:
— Pai, então você não ouve rádio? Você
não vê televisão e não lê os jornais? Há
uma grande crise no mundo. A situação
do nosso país é crítica. Está tudo ruim. O
Brasil vai quebrar.”
Depois de ouvir as considerações do filho
estudado, o pai pensou:bem, se meu filho
estudou Economia, lê jornais, vê televisão,
então só pode estar com a razão.”
Com medo da crise, o pai procurou um fornecedor de pão mais barato (e, é claro, pior) e começou a comprar salsicha mais barata (que era, também, a pior). Para economizar, parou de fazer seus cartazes de
propaganda na estrada. Abatido pela notí-
cia da crise já não oferecia o seu produto
em voz alta. . . Tomadas todas essas providências", as vendas começaram a cair e foram caindo, caindo e chegaram a níveis insuportaveis e o negócio de cachorro quente do velho, que antes gerava recursos até
para fazer o filho estudar Economia, quebrou.
O pai, triste, então falou para o filho:
-Você estava certo, meu filho, nós estamos
nno meio de uma grande crise.” E comen
tou com os amigos, orgulhoso: -Bendita a
hora em que eu fiz meu filho estudar Economia. Ele me avisou da crise. . . ”

Trem da Vida
Isso mesmo, a vida não passa de uma viagem de trem, cheia de embarques e desembarques, alguns acidentes, surpresas
agradáveis em alguns embarques e grandes tristezas em outros. Quando nascemos, entramos nesse trem e nos deparamos com algumas pessoas que julgamos
que estarão sempre nessa viagem conosco; nossos pais. Infelizmente isso não é
verdade, em alguma estação eles descerão
e nos deixarão órfãos de seu carinho, amizade e companhia insubstituível, mas isso
não impede que durante a viagem, pessoas
interessantes e que virão a ser super especiais para nós, embarquem.
Chegam nossos irmãos, amigos, e amores
maravilhosos. Muitas pessoas tomam esse
trem apenas a passeio, outros encontram
nessa viagem somente tristezas, ainda outros circularão pelo trem prontos a ajudar
quem precisa. Muitos descem e deixam
saudades eternas, outros tantos passam por
ele de uma forma que quando desocupam
seu acento, ninguém nem sequer percebe.
Curioso é constatar que alguns passageiros que nos são tão caros acomodam-se
em vagões diferentes dos nossos — portanto somos obrigados a fazer esse trajeto
separados deles, o que não impede, é claro,
que durante ele atravessemos com grande
dificuldade nosso vagão e cheguemos até
eles....só que infelizmente jamais poderemos sentar ao seu lado, pois já terá alguém
ocupando aquele lugar. Não importa, é assim a viagem, cheia de atropelos, sonhos,
fantasias, esperas, despedidas... Porém, jamais retornos.
Façamos essa viagem então, da melhor
maneira possível, tentando nos relacionar
bem com todos os passageiros, procurando em cada um deles o que tiverem de
melhor, lembrando sempre que em algum
momento do trajeto eles poderão fraquejar e provavelmente precisaremos entender isso, porque nós também fraquejaremos muitas vezes e com certeza haverá alguém que nos entenderá. O grande misté-
rio afinal, é que jamais saberemos em qual
parada desceremos, muito menos nossos
companheiros, nem mesmo aquele que está sentado ao nosso lado.
Eu fico pensando se quando descer desse
trem sentirei saudades....acredito que sim,
me separar de alguns amigos que fiz nele
será no mínimo dolorido, deixar meus fi-
lhos continuarem a viagem sozinhos com
certeza será muito triste, mas me agarro na
esperança que em algum momento estarei
na estação principal e terei a grande emo
ção de vê—los chegar com uma bagagem
que não tinham quando embarcaram... e o
que vai me deixar feliz será pensar que eu
colaborei pra que ela tenha crescido e se
tornado valiosa.
Amigos, façamos com que a nossa estada
nesse trem seja tranqüila, que tenha valido
a pena e que quando chegar a hora de desembarcarmos, o nosso lugar vazio traga
saudades e boas recordações para aqueles
que prosseguirem a viagem.

As Melhores Coisas da Vida
Se apaixonar.



Rir até sentir o rosto doer.
Um banho quente.
Um banho frio em um dia escaldante de
verão
Um supermercado sem filas.
Um olhar especial.
Receber cartas.
Dirigir numa estrada bonita.
Escutar sua música preferida no rádio.
Um banho de espuma.
Uma boa conversa.
A praia.
Achar uma nota de R$10 na sua blusa do
inverno passado.
Rir de você mesmo.
Ligações a meia noite que nunca terminam.
Rir sem absolutamente razão nenhuma.
Ter alguém pra te dizer que você e bonito(a).
Rir por alguma coisa que você lembrou.
Os amigos.
Um abraço apertado.
Um abraço de mãe.
Amar pela primeira vez. — AMAR SEMPRE!
Ouvir acidentalmente alguém falar bem de
você.
Acordar e perceber que ainda faltam algumas horas para dormir.
O primeiro beijo.
Fazer novos amigos ou ficar junto dos velhos.
Conversas a noite com seu colega de quarto que não te deixa dormir.

Alguém brincar com o seu cabelo.
Bons sonhos.
Chocolate quente.
Pão com manteiga.
Acarajé com coca-cola.
Viagens com os amigos.
Dançar.
Beijar na boca.
Ir a um bom show.
Ter calafrios ao ver ‘aquela’ pessoa.
Ganhar um jogo difícil.
Passar o tempo com os amigos.
Ver os amigos sorrir ou rir.
Segurar a mão de um amigo.
Encontrar com um velho amigo e descobrir que tem coisas que nunca mudam.
Descobrir que o amor é eterno e incondicional.
Abraçar a pessoa que você ama.
Ver a expressão de alguém que ganhou um
presente que queria muito de você.
Ver o nascer do sol.
Assistir ao pôr-do-sol na praia.
Levantar todo dia e agradecer a Deus por
outro lindo dia!


As Crianças


As Crianças
Sentados à beira do rio, dois pescadores
seguram suas varas à espera de um peixe.
De repente, gritos de crianças trincam o silêncio. Assustam-se. Olham para a frente,
olham para trás. Nada. Os berros continuam e vêm de onde menos esperam. A
correnteza trazia duas crianças pedindo socorro. Os pescadores pulam na água.
Mal conseguem salvá-las com muito esforço, quando ouvem mais berros e notam mais quatro crianças debatendo-se na
água.
Desta vez, apenas duas são resgatadas.
Aturdidos, os dois ouvem uma gritaria ainda maior. Dessa vez, oito crianças vindo
correnteza abaixo. Um dos pescadores vira as costas ao rio e começa a ir embora.
O amigo exclama:
— Você está louco, não vai me ajudar?
Sem deter o passo, ele responde:
— Faça o que puder. Vou tentar descobrir
quem está jogando as crianças no rio

Filhos e Netos


Filhos e Netos

Há um período em que os pais vão ficando órfãos dos seus próprios filhos. É que
as crianças crescem independentes de nós,
como árvores tagarelas, e pássaros estabanados. Crescem sem pedir licença à vida.







Crescem com uma estridência alegre e, às
vezes com alardeada arrogância.
Mas não crescem todos os dias, de igual
maneira, crescem de repente. Um dia
sentam-se perto de você no terraço e dizem uma frase com tal maturidade que você sente que não pode mais trocar as fraldas daquela criatura. Onde é que andou
crescendo aquela danadinha que você não
percebeu? Cadê a pazinha de brincar na
areia, as festinhas de aniversário com palhaços e o primeiro uniforme do Maternal? A criança está crescendo num ritual de obediência orgânica e desobediência
civil. E você está agora ali, na porta da dis

coteca, esperando que ela não apenas cres-
ça, mas apareça.
Ali estão muitos pais ao volante, esperando que eles saiam esfuziantes sobre patins
e cabelos longos, soltos. Entre hamburgeres e refrigerantes nas esquinas, lá estão
nossos filhos com o uniforme de sua geração: incômodas mochilas da moda nos
ombros. Ali estamos, com os cabelos esbranquiçados. Esses são os filhos que conseguimos gerar e amar apesar dos golpes
dos ventos, das colheitas, das notícias, e
da ditadura das horas. E eles crescem
meio amestrados, observando e aprendendo com nossos acertos e erros. Principalmente com os erros, que esperamos que
não repitam.
Há um período em que os pais vão ficando
um pouco órfãos dos próprios filhos. Não
mais os pegaremos nas portas das discotecas e das festas. Passou o tempo do ballet,
do inglês, da natação e do judô. Saíram
do banco de trás e passaram para o volante das suas próprias vidas. Deveríamos ter
ido mais à cama deles ao anoitecer para
ouvirmos sua alma respirando conversas
e confidências entre os lençóis da infância, e os adolescentes cobertores daquele
quarto cheio de adesivos, posters, agendas
coloridas e discos ensurdecedores. Não
os levamos suficientemente ao Playcenter,
ao Shopping, não lhes demos suficientes
hamburgeres e cocas, não lhes compramos
todos os sorvetes e roupas que gostaríamos
de ter comprado.
Eles cresceram sem que esgotássemos neles todo o nosso afeto. No princípio subiam a serra ou iam à casa de praia entre embrulhos, bolachas, engarrafamentos, natais, páscoas, piscina e amiguinhos. Sim,
havia as brigas dentro do carro, a disputa pela janela, os pedidos de chicletes e
cantorias sem fim. Depois chegou o tempo em que viajar com os pais começou a
ser um esforço, um sofrimento, pois era
impossível deixar a turma e os primeiros
namorados. Os pais ficaram exilados dos
filhos. Tinham a solidão que sempre desejaram, mas de repente, morriam de saudades daquelas “pestes”. Chega o momento
em que só nos resta ficar de longe torcendo
e rezando muito (nessa hora, se a gente tinha desaprendido, reaprende a rezar) para
que eles acertem nas escolhas em busca da
felicidade. E que a conquistem do modo
mais completo possível. O jeito é esperar.
A qualquer hora podem nos dar netos. O
neto é a hora do carinho ocioso e estocado, não exercido nos próprios filhos e que
não pode morrer conosco. Por isso os avós
são tão desmesurados e distribuem tão incontrolável carinho. Os netos são a última oportunidade de reeditar o nosso afeto.
Por isso é necessário fazer alguma coisa a
mais. Antes que eles cresçam. . . ”

O Paradoxo de Nosso Tempo


O Paradoxo de Nosso Tempo


O paradoxo de nosso tempo na história é
que temos edifícios mais altos, mas pavios mais curtos; auto-estradas mais largas,
mas pontos de vista mais estreitos; gastamos mais, mas temos menos; nós compramos mais, mas desfrutamos menos.
Temos casas maiores e famílias menores;
mais conveniências, mas menos tempo; temos mais graus acadêmicos, mas menos
senso; mais conhecimento e menos poder
de julgamento; mais proficiência, porém
mais problemas; mais medicina, mas menos saúde.
Bebemos demais, fumamos demais, gastamos de forma perdulária, rimos de menos, dirigimos rápido demais, nos irritamos muito facilmente, ficamos acordados
até tarde, acordamos cansados demais, raramente paramos para ler um livro, ficamos tempo demais diante da TV e raramente oramos.
Multiplicamos nossas posses, mas reduzimos nossos valores. Falamos demais,

amamos raramente e odiamos com muita
freqüência. Aprendemos como ganhar a
vida, mas não vivemos essa vida. Adicionamos anos à extensão de nossas vidas,
mas não vida à extensão de nossos anos.
Já fomos à Lua e dela voltamos, mas temos dificuldade em atravessar a rua e nos
encontrarmos com nosso novo vizinho.
Conquistamos o espaço exterior, mas não
nosso espaço interior. Fizemos coisas maiores, mas não coisas melhores. Limpamos
o ar, mas poluimos a alma. Dividimos o
átomo, mas não nossos preconceitos. Escrevemos mais, mas aprendemos menos.
Planejamos mais, mas realizamos menos.
Aprendemos a correr contra o tempo, mas
não a esperar com paciência. Temos maiores rendimentos, mas menor padrão moral. Temos mais comida, mas menos apaziguamento. Construimos mais computadores para armazenar mais informações
para produzir mais cópias do que nunca,
mas temos menos comunicação. Tivemos
avanços na quantidade, mas não em qualidade.
Estes são tempos de refeições rápidas e digestão lenta; de homens altos e caráter baixo; lucros expressivos, mas relacionamentos rasos. Estes são tempos em que se almeja paz mundial, mas perdura a guerra
no lares; temos mais lazer, mas menos diversão; maior variedade de tipos de comida, mas menos nutrição. São dias de duas
fontes de renda, mas de mais divórcios; de
residências mais belas, mas lares quebrados.
São dias de viagens rápidas, fraldas descartáveis, moralidade também descartável,
ficadas de uma só noite, corpos acima do
peso, e pílulas que fazem de tudo: alegrar,

aquietar, matar.
É um tempo em que há muito na vitrine e
nada no estoque; um tempo em que a tecnologia pode levar-lhe estas palavras e você pode escolher entre fazer alguma diferença, ou simplesmente apertar a tecla Del.
Para tudo na vida há um tempo, para cada um há um momento debaixo dos céus.
Tempo pra conhecermos pessoas e amá-
las. Há também um tempo para perdê-las.
Por isso, o que importa é o tempo que estamos com as pessoas que amamos, pois
este tempo jamais retorna.
(Anônimo)

a


Honda
Um homem investe tudo o que tem numa
pequena oficina. Trabalha dia e noite, inclusive dormindo na própria oficina. Para
poder continuar nos negócios, empenha as
próprias jóias da esposa. Quando apresentou o resultado final de seu trabalho a uma
grande empresa, dizem-lhe que seu produto não atende ao padrão de qualidade exigido.
O homem desiste?
Não!
Volta a escola por mais dois anos, sendo
vítima da maior gozação dos seus colegas e de alguns professores que o taxavam
de “visionário”. O homem fica chateado?
Não!
Após dois anos, a empresa que o recusou
finalmente fecha contrato com ele. Durante a guerra, sua fábrica é bombardeada
duas vezes, sendo que grande parte dela é
destruída.
O homem se desespera e desiste?
Não!
Reconstrói sua fábrica.
Mas, um terremoto novamente a arrasa.19
Essa é a gota d’água e o homem desiste?
Não!
Imediatamente após a guerra segue-se uma
grande escassez de gasolina em todo o país
e este homem não pode sair de automóvel
nem para comprar comida para a família.
Ele entre em pânico e desiste?
Não!
Criativo, ele adapta um pequeno motor à
sua bicicleta e sai às ruas.
Os vizinhos ficam maravilhados e todos
querem também as chamadas “bicicletas
motorizadas”.
A demanda por motores aumenta muito e
logo ele fica sem mercadoria.
Decide então montar uma fábrica para essa
novíssima invenção.
Como não tem capital, resolve pedir ajuda
para mais de quinze mil lojas espalhadas
pelo país.
Como a idéia é boa, consegue apoio de
mais ou menos cinco mil lojas, que lhe adiantam o capital necessário para a indústria.
Encurtando a história: hoje a Honda Corporation é um dos maiores impérios da indústria automobilística japonesa, conhecida e respeitada no mundo inteiro.
Tudo porque o Sr. Soichiro Honda, seu
fundador, não se deixou abater pelos terrí-
veis obstáculos que encontrou pela frente.
“Quem sabe faz a hora, não espera acontecer"!
Você pode estar a um passo do sucesso e
































Todas as Mulheres Deveriam
Ter. . .
. . . um velho amor que ela pudesse recordar
. . . e alguém que se lembrasse dela como
uma pessoa especial. . .
. . . dinheiro próprio para poder ter um lugar só dela. . .
. . . mesmo se ela nunca quiser ou precisar
ir até lá. . .
. . . uma roupa perfeita para usar se o chefe
ou o namorado pedir que ela esteja pronta
em uma hora. . .
. . . uma juventude que ela tenha deixado
para trás com satisfação. . .
. . . um passado interessante que a permita
revivê-lo quando for mais velha. . .
. . . a percepção de que ela realmente terá
uma velhice com algum dinheiro guardado. . .
. . . um jogo de chaves de fenda, uma furadeira sem fio e um sutiã preto de renda. . .
. . . uma amiga que sempre a faça sorrir. . . e
outra que a permita chorar. . .
. . . um lindo móvel que não tenha sido herdado de ninguém da família. . .
. . . oito pratos iguais, copos altos de vinho
e uma receita que faça com que seus convidados sintam-se honrados. . .
. . . um recomeço que não seja desrespeitado. . .
. . . uma sensação de controle sobre seu
destino. . .
. . . cuidado com a pele e com o corpo para
contrabalançar outros poucos aspectos da
vida que não melhoram após os 30. . .
. . . uma carreira sólida, um bom relacionamento e tantos outros aspectos que melhoram após os 30. . .
Todas as Mulheres Deveriam Saber. . .
. . . como se apaixonar sem se perder. . .
. . . como ela se sente com filhos. . .
. . . como sair de um emprego, terminar um
romance e discutir com uma amiga, sem
destruir o relacionamento. . .
. . . quando insistir. . . e quando desistir. . .
. . . como divertir-se numa festa onde não
queria estar. . . ..
. . . como pedir o que quer de maneira que
sinta que irá conseguir. . .
. . . que ela não pode mudar o comprimento
de suas panturrilhas, a largura de seus quadris e nem o temperamento de seus pais. . .
. . . que sua infância pode não ter sido perfeita. . . mas já passou. . .
. . . o que ela faria ou não por um amor. . .
. . . como viver sozinha. . . mesmo que não42
goste. . .
. . . em quem pode confiar, em quem não
confiar e por que ela não poderia resolver
pessoalmente. . .
. . . onde ir. . . ficar com sua melhor amiga
na mesa da cozinha. . . ou em uma pousada na floresta. . . quando sua alma precisa
se acalmar. . .
. . . o que ela pode ou não pode realizar em
um dia. . . um mês. . . e um ano. . .

vidados sintam-se honrados. . .
. . . um recomeço que não seja desrespeitado. . .
. . . uma sensação de controle sobre seu
destino. . .
. . . cuidado com a pele e com o corpo para
contrabalançar outros poucos aspectos da
vida que não melhoram após os 30. . .
. . . uma carreira sólida, um bom relacionamento e tantos outros aspectos que melhoram após os 30. . .
Todas as Mulheres Deveriam Saber. . .
. . . como se apaixonar sem se perder. . .
. . . como ela se sente com filhos. . .
. . . como sair de um emprego, terminar um
romance e discutir com uma amiga, sem
destruir o relacionamento. . .
. . . quando insistir. . . e quando desistir. . .
. . . como divertir-se numa festa onde não
queria estar. . . ..
. . . como pedir o que quer de maneira que
sinta que irá conseguir. . .
. . . que ela não pode mudar o comprimento
de suas panturrilhas, a largura de seus quadris e nem o temperamento de seus pais. . .
. . . que sua infância pode não ter sido perfeita. . . mas já passou. . .
. . . o que ela faria ou não por um amor. . .
. . . como viver sozinha. . . mesmo que não

goste. . .
. . . em quem pode confiar, em quem não
confiar e por que ela não poderia resolver
pessoalmente. . .
. . . onde ir. . . ficar com sua melhor amiga
na mesa da cozinha. . . ou em uma pousada na floresta. . . quando sua alma precisa
se acalmar. . .
. . . o que ela pode ou não pode realizar em
um dia. . . um mês. . . e um ano. . .




Pedido de Demissão






Venho, por meio desta, apresentar oficialmente meu pedido de demissão da categoria dos adultos.
Resolvi que quero voltar a ter as responsabilidades e as idéias de uma criança de
oito anos, no máximo.
Quero acreditar que o mundo é justo, e que
todas as pessoas são honestas e boas.
Quero acreditar que tudo é possível.
Quero que as complexidades da vida passem despercebidas por mim, e quero fi-
car encantado com as pequenas maravilhas




deste mundo.
Quero de volta uma vida simples e sem
complicações.
Estou cansado de dias cheios de computadores que falham, montanhas de papelada,
notícias deprimentes, contas a pagar, fofocas, doenças, e necessidade de atribuir um
valor monetário a tudo o que existe.
Não quero mais ter que inventar jeitos para
fazer o dinheiro chegar até o dia do próximo pagamento.
Não quero mais ser obrigado a dizer adeus
a pessoas queridas e, com elas, a uma parte
da minha vida.
Quero ter certeza de que Deus está no céu,
e de que, por isso, tudo está direitinho neste mundo.
Quero ir ao Mcdonalds ou a pizzaria da esquina, e achar que é melhor que um restaurante cinco estrelas.
Quero viajar ao redor do mundo no barqui-
nho de papel que vou navegar numa poça
deixada pela chuva.

Quero jogar pedrinhas na água e ter tempo
para olhar as ondas que elas formam.
Quero achar que as moedas de chocolate
são melhores do que as de verdade, porque podemos comê—las e ficar com a cara
toda lambuzada.
Quero ficar feliz quando amadurece o primeiro caju ou a primeira manga, quando a
jabuticabeira fica pretinha de fruta.
Quero poder passar as tardes de verão à
sombra de uma árvore, construindo castelos no ar e dividindo-os com meus amigos.
Quero voltar a achar que chicletes e picolés são as melhores coisas da vida.
Quero que as maiores competições em que
eu tenha de entrar sejam um jogo de gude
ou uma partida de futebol...
Eu quero voltar ao tempo em que tudo o

que eu sabia era o nome das cores, a tabuada, as cantigas de roda, a “Batatinha quando nasce”, e a “Ave Maria”, e isso não me
incomodava nadinha, porque eu não tinha
a menor idéia de quantas coisas eu ainda
não sabia...
Voltar ao tempo em que se é feliz, simplesmente porque se vive na bendita ignorância da existência de coisas que podem nos
preocupar e aborrecer.
Eu quero acreditar no poder dos sorrisos, dos abraços, dos agrados, das palavras
gentis, da verdade, da justiça, da paz, dos
sonhos, da imaginação, dos castelos no ar
e na areia.











E o que é mais: quero estar convencido de

que tudo isso vale muito mais do que o dinheiro!
Por isso, tomem aqui as chaves do carro, a
lista do super mercado, as receitas do mé-
dico, o talão de cheques, os cartões de cré-
dito, o contra-cheque, os crachás de identificação, o pacotão de contas a pagar, a
declaração de renda, a declaracão de bens,
as senhas do meu computador e das contas no banco, e resolvam as coisas do jeito
que quiserem. A partir de hoje, isso é com

vocês, porque eu estou me demitindo ......

O Presente de Insultos



Perto de Tóquio vivia um grande samurai,
já idoso, que agora se dedicava a ensinar
o zen-budismo aos jovens. Apesar de sua
idade, corria a lenda de que ainda era capaz de derrotar qualquer adversário.
Certa tarde, um guerreiro — conhecido
por sua total falta de escrúpulos apareceu
por ali. Era famoso por utilizar a técnica
da provocação: esperava que seu adversá-
rio fizesse o primeiro movimento e, dotado
de uma inteligência privilegiada para reparar os erros cometidos, contra-atacava com
velocidade fulminante. O jovem e impaciente guerreiro jamais havia perdido uma
luta. Conhecendo a reputação do samurai,
estava ali para derrotá-lo e aumentar sua
fama.
Todos os estudantes se manifestaram contra a idéia, mas o velho aceitou o desa-
fio. Foram todos para a praça da cidade,
e o jovem começou a insultar o velho mestre. Chutou algumas pedras em sua dire-
ção, cuspiu em seu rosto, gritou todos os
insultos conhecidos — ofendendo inclusive seus ancestrais.
Durante horas fez tudo para provocá-lo,
mas o velho permaneceu impassível. No
final da tarde, sentindo-se já exausto e humilhado, o impetuoso guerreiro retirou-se.
Desapontados pelo fato de que o mestre
aceitara tantos insultos e provocações, os
alunos perguntaram:
— Como o senhor pode suportar tanta indignidade? Por que não usou sua espada,
mesmo sabendo que podia perder a luta,
ao invés de mostrar-se covarde diante de
todos nós?
— Se alguém chega até você com um presente, e você não o aceita, a quem pertence
o presente? — perguntou o samurai.
— A quem tentou entregá—lo — respondeu um dos discípulos.
— O mesmo vale para a inveja, a raiva,
e os insultos — disse o mestre. Quan-
do não são aceitos, continuam pertencendo a quem os carregava consigo.

Como você vê a vida?





Era uma vez uma indústria de calçados
aqui no Brasil que desenvolveu um projeto de exportação de sapatos para a Índia.
Em seguida, mandou dois de seus consultores a pontos diferentes do País para fazer
as primeiras observações do potencial daquele futuro mercado.
Após alguns dias de pesquisas, um dos
consultores enviou o seguinte fax para a
direção da indústria:
“Senhores, cancelem o projeto de exporta-
ção de sapatos para a Índia. Aqui ninguém
usa sapatos.”
Sem saber desse fax, alguns dias depois o
segundo consultor mandou o seu:
“Senhores, tripliquem o projeto da exportação de sapatos para a Índia. Aqui ninguém usa sapatos ainda.”
A mesma situação era um tremendo obstáculo para um dos consultores e uma fantástica oportunidade para outro. Da mesma forma, tudo na vida pode ser visto com
enfoques e maneiras diferentes.
A sabedoria popular traduz essa situação
com a seguinte frase:
“Os tristes acham que o vento geme; os
alegres e cheios de espírito afirmam que
ele canta.”
O mundo é como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo de seus próprios
pensamentos. A maneira como você encara a vida faz toda a diferenç

Angel - Cidade dos Anjos - Traduzida

domingo, 22 de abril de 2012

Não Desistam


Em uma conferencia numa universidade
americana, Brian Dyson, ex-presidente da
Coca-Cola, falou sobre a relação entre o
trabalho e outros compromissos da vida.
Disse ele:
“Imaginem a vida como um jogo, no qual
vocês fazem malabarismo com cinco bolas que planam ao ar. Essas bolas são: o
trabalho, a família, a saúde, os amigos e o
espírito. O trabalho é uma bola de borracha. Se cair, bate no chão e pula para cima. Mas as quatro outras são de vidro. Se
caírem no chão quebrarão e ficarão permanentemente danificadas.”
Entendam isso e busquem o equilíbrio na
vida. Como?
 Não diminuam seu próprio valor,
comparando-se com outras pessoas.
Somos todos diferentes. Cada um
de nós é um ser especial. Não fi-
xem seus objetivos com base no que
os outros acham importante. Só vocês estão em condições de escolher
o que é melhor para vocês próprios;
 Dêem valor e respeitem as coisas mais queridas ao seus corações.
Apeguem-se a elas como a própria
vida. Sem elas a vida carece de sentido. Não deixem que a vida escorra
entre os dedos por viverem no passado ou no futuro. Se viverem um
dia de cada vez, viverão todos os dias de suas vidas;
 Não desistam quando ainda são capazes de um esforço a mais. Nada
termina até o momento em que se
deixa de tentar. Não temam admitir
que não são perfeitos;
 Não temam enfrentar riscos. Correndo riscos é que aprendemos a ser
valentes;
ä Não excluam o amor de suas vidas
dizendo que não se pode encontralo. A melhor forma de receber amor
é dá-lo. A forma mais rápida de fi-
car sem amor é apegar-se demasiado a si próprio. A melhor forma de
manter o amor é dar-lhe asas;
ä Não corram tanto pela vida a ponto
de esquecerem onde estiveram e para onde vão;
Não tenham medo de aprender. O
conhecimento é leve, um tesouro
que se carrega facilmente;
ä Não usem imprudentemente o tempo ou as palavras. Não se podem recuperar;
 A vida não é uma corrida, mas sim
uma viagem que deve ser desfrutada
a cada passo;
Lembrem-se: ontem é história, amanhã é mistério e hoje é uma dádiva.
Por isso se chama “presente”. Vivam o presente com muita energia!.”
Estes conselhos para viver com equilíbrio
são uma verdadeira lição de vida. Simples
e objetivos, eles podem nos levar ao sucesso pessoal e empresarial. Leia e releia estes 10 (dez) conselhos e façam um exame
de consciência. Pessoas equilibradas emocionalmente tem mais sucesso, mais amigos, enfim, vivem mais e melhor. Nesta
semana, pense nisso. Boa Semana. Sucesso,


(Adele) Someone Like You - Sungha Jung

sábado, 21 de abril de 2012

As quatro estações - Vivaldi

O Contador de Histórias - Trailer Teaser

Aproveite Cada Momento


Aproveite Cada Momento


Um amigo meu abriu a gaveta da cômoda
de sua esposa e pegou um pequeno pacote
embrulhado com papel de seda: “Isto —
disse ele — não é um simples pacote.”
Tirou o papel que o envolvia e observou a
bonita seda e caixa.
“Ela comprou isto na primeira vez que fomos a Nova York, há uns 8 ou 9 anos.
Nunca o usou. Estava guardando-o para
uma ocasião especial. Bem, creio que esta
é a ocasião.”
Aproximou-se da cama e colocou a prenda junto com as outras roupas que ia levar
para a funerária. Sua esposa tinha acabado de morrer. Virando-se para mim, disse:
“Não guarde nada para uma ocasião especial. Cada dia que se vive é uma ocasião
especial”. Ainda estou pensando nestas
palavras... já mudaram minha vida. Agora
estou lendo mais e limpando menos.
Sento-me no terraço e admiro a vista sem
preocupar-me com as pragas, fico mais
tempo com minha família e menos tempo
no trabalho. Compreendi que a vida deve
ser uma fonte de experiências a desfrutar,
não para sobreviver. Já não guardo nada.
Uso meus copos de cristal todos os dias.
Coloco uma roupa nova para ir ao supermercado, se me dá vontade. Já não guardo
meu melhor perfume para ocasiões especiais, uso-o quando tenho vontade.
As frases “algum dia...” e “qualquer dia...”
estão desaparecendo de meu vocabulário.
Se vale a pena ver, escutar ou fazer, quero
ver, escutar ou fazer agora. Não estou certo do que teria feito a esposa de meu amigo se soubesse que não estaria aqui para a
próxima manhã que todos nós ignoramos.
Creio que teria chamado seus familiares e
amigos mais próximos.
Talvez chamasse alguns amigos antigos
para desculpar-se e fazer as pazes por possíveis desgostos do passado. Gosto de
pensar que teria ido comer comida chinesa, sua favorita. São estas pequenas coisas
deixadas por fazer que me fariam desgostoso se eu soubesse que minhas horas estão
limitadas. Desgostoso, porque deixaria de
ver amigos com quem iria encontrar cartas... cartas que pensava escrever “qualquer dia destes”.
Desgostoso e triste, porque não disse a
meus irmãos e meus filhos, com suficiente freqüência, que os amo. Agora, trato de
não atrasar, adiar ou guardar nada que traria risos e alegria para nossas vidas. E a
cada manhã, digo a mim mesmo que este
será um dia especial. Cada dia, cada hora,
cada minuto, é especial.

Açougue Cultural T-Bone - Brasília/DF - Sábados Azuis


Instantes. . .

Se eu pudesse viver novamente a minha vida, na próxima trataria de cometer mais erros. Não tentaria ser tão perfeito, relaxaria
mais.
Seria ainda, mais tolo ainda do que tenho
sido, na verdade bem poucas coisas levaria
a sério.
Seria menos higiênico. Correria mais riscos, viajaria mais, contemplaria mais entardeceres, subiria mais montanhas, nadaria mais rios.
Iria a mais lugares onde nunca fui, tomaria
mais sorvete e menos lentilha, teria mais
problemas reais e menos problemas imaginários.
Eu fui uma dessas pessoas que viveu sensata e produtivamente cada minuto da sua
vida; claro que tive momentos de alegria.
Mas, se pudesse voltar a viver, trataria de
ter somente bons momentos.
Porque se não sabem, disso é feita a vida,
só de momentos, não percas o agora.
Eu era um desses que nunca ia a parte alguma sem um termômetro, uma bolsa de
água quente, um guarda-chuva e um paraquedas, se voltasse a viver viajaria mais leve.
Se eu pudesse voltar a viver, começaria a
andar descalço no começo da primavera e32
continuaria assim até o fim do outono.
Daria mais voltas na minha rua, contemplaria mais amanheceres e brincaria com
mais crianças, se tivesse outra vez uma vida pela frente.
Mas, já viram, tenho 85 anos e sei que estou morrendo.
JORGE LUIZ BORGES, argentino, faleceu na Suíça em 1987. É considerado um
dos maiores escritores do século.